Domingo, 23 Janeiro 2022 20:34

RESPONSABILIDADE SOCIAL | Delegacia de Normandia atende família carente de comunidade indígena Destaque

Escrito por Ascom/PCRR
RESPONSABILIDADE SOCIAL | Delegacia de Normandia atende família carente de comunidade indígena PCRR

Com um trabalho constante voltado para atender às demandas da região, os policiais civis da Delegacia de Normandia têm estendido as ações sociais, visitando as comunidades indígenas.

Para dar continuidade aos trabalhos, os policiais estão aceitando doações de materiais como alimentos, roupas, calçados, brinquedos e outros.

Conforme explicou o delegado titular de Normandia, Rodrigo Gomides, a última ação ocorreu na comunidade indígena do Xumina.

“Após realizarmos as atividades policiais, conversamos com o tuxaua do local, que nos indicou uma família carente. Então fomos até eles, ouvimos suas necessidades e fizemos a doação de roupas e sapatos para que pudesse atender a família”, relatou Gomides.

O tuxaua da comunidade, Edernildo Mafra Almeida, destacou o trabalho social da PCRR (Polícia Civil de Roraima).  “É muito boa essa ação que a PCRR está fazendo para ajudar o próximo. Se cada um pudesse fazer uma ação dessa, seria muito bom. Com certeza vai ajudar essa família que foi beneficiada”, relatou.

Almeida disse que a união das ações de segurança e sociais tem alegrado a comunidade. “E que vocês não parem, porque com certeza a recompensa vem de Deus. Desejo que continuem fazendo essa ação social e também fazendo a segurança da nossa comunidade”, enfatizou o tuxaua.

De acordo com Gomides, os policiais que trabalham na Delegacia têm se esforçado para recolher o material para doação. “É uma rede de apoio em que todos saem ganhando. Por isso, estamos aceitando doações de qualquer pessoa que tenha roupas, calçados, alimentos, brinquedos, etc. Basta nos procurar que damos um jeito de buscar”, afirmou, destacando que a pessoa pode entrar em contato pelo número 95 98410-4188 (plantão da delegacia).

“Mais do que o trabalho policial, nós buscamos atender nossa comunidade. Não tem como não ser sensível às necessidades dos indígenas que vivem tão distantes e, muitas vezes, carecem de coisas que temos de sobra”, disse o delegado.