Terça, 21 Mai 2019 20:54

APROXIMAÇÃO | Embaixador da Guyana participa de reunião com representantes da Sesau Destaque

Escrito por ASCOM/SESAU
Entre outras coisas, o encontro teve o objetivo de apresentar dados sobre os atendimentos de saúde prestados à população do país vizinho Entre outras coisas, o encontro teve o objetivo de apresentar dados sobre os atendimentos de saúde prestados à população do país vizinho Neto Figueiredo

A gestão da Sesau (Secretaria de Saúde) recebeu na manhã desta terça-feira, 21 de maio, o embaixador da República Cooperativista da Guiana, George Talbot.

Na reunião, foram levantadas questões que dificultam o atendimento aos guianenses nas unidades de saúde de Roraima, como por exemplo, a barreira linguística e o quadro clínico de saúde em que esses pacientes chegam aos hospitais estaduais.

O relatório apresentado pela Secretaria será traduzido e encaminhado para as autoridades competentes na Guiana, como um meio para buscar uma cooperação técnica entre os dois países.

Para o embaixador George Talbot, a reunião foi considerada positiva e uma forma de melhorar a cooperação da Guiana com o Brasil, no âmbito da saúde, e aproveitou para agradecer os serviços prestados pelo Estado a população guianense.

“Foi uma reunião bem positiva e gostaria de expressar o agradecimento e apreço do governo de Roraima pelos serviços prestados aos pacientes da Guiana. Nós temos uma boa parceria e com os dados apresentados vamos buscar uma melhor orientação para os nossos serviços, de acordo com os pontos que foram apresentados, para assegurar melhores chances de salvar vidas”, disse Talbot.

Representando a Secretaria de Saúde, o coronel Edvaldo Hermógenes, também demonstrou contentamento com o resultado da reunião, “Foi bem proveitosa tendo em vista que conseguimos passar para o embaixador, as dificuldades com que recebemos os guianenses para atendimento em nossos hospitais devido as condições de transporte deles até os nossos hospitais e também da falta de exames anteriores que eles poderiam ter feito para evitar que eles cheguem em estados graves de saúde em nossa rede hospitalar”, frisou.