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Uma revista surpresa foi realizada na manhã desta sexta-feira, 22, na Pamc (Penitenciária Agrícola de Monte Cristo) pela Sejuc (Secretaria de Justiça e Cidadania). A ação contou com o efetivo de 60 agentes, entre homens e mulheres da Força Tarefa de Intervenção Penitenciária Federal e Policiais Penal do Estado. Segundo o secretário de Justiça e Cidadania, André Fernandes, a revista geral ocorreu dentro das normas de segurança, sem agredir os direitos dos reeducandos e nada de irregular foi encontrado dentro da unidade, o que deixa o ambiente mais seguro para todos. “Não encontramos nada de irregular. Revistamos todas as celas e nada foi encontrado, nenhum tipo de arma de fogo, arma branca, celular, ou seja, temos total segurança hoje dentro da Pamc”, afirmou André.

Desde que André Fernandes assumiu a pasta, ainda em 2018 com a intervenção federal, não houve registro de irregularidades dentro da unidade. A última revista ocorreu no início deste ano. “Desde o início da intervenção federal até hoje, estamos há cerca de um ano e seis meses sem encontrar nenhum tipo de anormalidade”, destacou.

Controle do Sistema Prisional

Após o massacre que matou 33 presos em 6 de janeiro de 2017 na Pamc, o Governo de Roraima solicitou a atuação de agentes da Força Nacional para controlar a situação. Posteriormente, foi autorizado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, no dia 22 de novembro de 2018, o envio da FTIP (Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária), composta por agentes federais de execução penal e agentes penitenciários dos entes federativos.

A partir dessa autorização da FTIP, o Depen (Departamento Penitenciário Nacional) detém, até hoje, o controle da Pamc. A primeira ação de reestruturação da unidade foi uma reorganização de presos e a reforma do local. Desde o início da gestão do governador Antonio Denarium, a penitenciária não registrou nenhuma fuga ou rebelião.

Com o Estado assumindo o controle do presídio, os crimes comandados de dentro das unidades prisionais diminuíram. Aliado aos investimentos feitos nas polícias Militar e Civil, Roraima foi o segundo Estado que mais reduziu o número de mortes violentas no Brasil.

 

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Os prédios das antigas Creche do Governo e Clínica de Reabilitação, localizados na avenida Rio de Janeiro, no Bairro dos Estados, em Boa Vista, foram entregues ao Estado pela Operação Acolhida, que ao longo das últimas semanas, por meio do Plano Emergencial para as Ocupações Espontâneas, desocupou os locais que abrigavam 79 imigrantes venezuelanos.

Na manhã desta sexta-feira, 22, a equipe da Operação Acolhida realizou a desinfecção dos locais, com o objetivo de diminuir a incidência de Coronavírus (COVID-19) na área. O comandante da Operação Acolhida, general Manoel de Barros, lembrou que com a reintegração dos prédios, a ação já devolveu para as mãos do Estado três locais que antes serviam de abrigo improvisado para imigrantes venezuelanos. O primeiro foi o antigo Boa Vista Shopping, no bairro 31 de Março. Com as três desocupações, a Operação Acolhida, em parceria com o Acnur (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados), retirou destes locais 475 imigrantes. “Todos os venezuelanos deixaram o local de maneira voluntária e parte deles foi para os abrigos da Operação Acolhida, onde recebem toda a assistência dos militares e do Acnur, mantendo todos os cuidados de proteção, enquanto outros tiveram como destino a interiorização para outros Estados e moradias alugadas”, explicou Barros.

Ele frisou ainda que os trabalhos seguem uma programação feita junto com o governador Antonio Denarium, em janeiro. “Já estamos na terceira ação. A previsão é que continue com pelo menos uma por mês e agora, com a pandemia, esse trabalho se torna ainda mais importante, pois isso também é combate à COVID-19. Quando nós iniciamos esse trabalho em janeiro, nós não tínhamos essa visualização”, disse.

Barros adiantou que na primeira quinzena de junho haverá mais uma desocupação. “Ainda não podemos revelar qual é o local por questões de planejamento. Assim, nós esperamos realmente terminar com todas as ocupações espontâneas ainda este ano. Ao todo, são sete prédios públicos”, afirmou.

Governo vai construir abrigos nas áreas reintegradas

O secretário adjunto da Setrabes (Secretaria do Trabalho e Bem-Estar Social), Roger Herzer, afirmou que o prédio da antiga creche, pertencente à estrutura da Seed (Secretaria de Educação e Desporto), será demolido e dará lugar ao abrigo infantil. “Os recursos para essa obra são oriundos de emendas da deputada federal Shéridan Oliveira, que na mesma emenda também destinou recursos para mais cinco abrigos”, detalhou.

Herzer informou ainda que a Setrabes está em negociação com a Sesau (Secretaria de Saúde), pasta responsável pelo prédio da antiga Clínica de Reabilitação, para que no local seja construído um abrigo feminino. “Para este segundo prédio, ainda estamos em negociação interna, dentro do próprio Governo, porém, até o fim do ano queremos iniciar os trabalhos, tanto no terreno da creche, quanto no da antiga Clínica de Reabilitação”, pontuou.

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O sentimento de solidariedade sempre fez parte da vida de muitas doadoras de leite materno que ajudam a reforçar o estoque do HMINSN (Hospital Materno Infantil Nossa Senhora de Nazareth), unidade responsável por atender as demandas das redes pública e privada de saúde em Roraima. Entre essas mulheres fortes e batalhadoras, está a administradora Francis Olivia Figueiredo, 35 anos, que desde muito pequena sabe a importância desse gesto na vida de muita gente.

Mãe de dois filhos, ela conta que a ideia de se tornar uma doadora de leite sempre esteve em seus planos, algo que só veio se concretizar em 2017, durante a gestação do seu primeiro bebê. “Nessa mesma época, acabei conhecendo a Sílvia [Furlin], que coordena o Banco de Leite da maternidade. Ela me falou do trabalho realizado por eles e eu achei tudo aquilo genial. Já tinha essa vontade dentro de mim [de ser doadora] e já comecei a trabalhar isso desde o momento em que passei a montar o enxoval do meu filho”, completa.

Outro fator determinante, segundo Francis, foi as complicações que lhe ocorreram durante o parto. O seu primeiro filho (hoje com dois anos), precisou ficar internado na UTI Neonatal e nesse processo ele acabou recebendo o leite materno vindo de outra mãe.

“Meu filho acabou tendo uma parada cardíaca, fazendo com que ele fosse encaminhado para uma UTI Neonatal. Eu não pude nem pegar ele nos braços, mas graças a Deus ele ficou pouco tempo na maternidade e o fator determinante para ele levar alta foi que ele precisou tomar 5ml de leite. Esse leite foi provavelmente doado por alguma mãe doadora e a partir daí foi que a doação passou a ser uma dívida de vida”, explica.

Controle de qualidade

Conforme a coordenadora do BLH (Banco de Leite Humano), Sílvia Furlin, por ser responsável em atender a rede de saúde do Estado, o HMINSN segue uma série medidas de segurança sanitária para garantir a qualidade do leite que é doado.

“Esse processamento inclui algumas etapas de seleção e classificação, nas quais a gente avalia alterações como cheiro, cor, presença de sujidades desse leite, condições da embalagem e a gente faz a determinação da acidez”, destaca Sílvia Furlin.

Sílvia conta ainda que, após as diversas etapas de avaliação, o leite é submetido ao processo de pasteurização, que consiste na inativação térmica de microrganismos que possam estar presentes no alimento, evitando que ele venha causar agravos à saúde dos recém-nascido.

“Nesse processo, o leite é submetido a uma temperatura de 62º e meio, por um tempo de 30 minutos. Ao final dessa etapa, a gente realiza também o controle de qualidade microbiológico do leite, na qual se verifica a presença de coliformes totais e, ao fim dessa análise, só assim a gente encaminha para que seja distribuído”, detalha.

O Banco de Leite do HMINSN funciona 24 horas por dia. Qualquer dúvida sobre como funciona a doação de leite materno pode ser sanada no telefone (95) 98414-0772.

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Sexta, 22 Mai 2020 00:47

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO

O Governo de Roraima, por meio da Sesau (Secretaria de Saúde), e do COERR (Centro de Operações Especiais de Saúde Pública de Roraima) torna pública a divulgação do BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO PARA ATUALIZAÇÃO SOBRE O CORONAVÍRUS.

A divulgação da situação epidemiológica com relação à doença faz parte do Plano de Contingenciamento montado pelas autoridades de saúde do Estado.

As publicações vão ocorrer diariamente no site da Sesau (www.saude.rr.gov.br) e no portal roraimacontraocorona.rr.gov.br.

A nova atualização informa o Estado contabiliza até o momento 3.537 notificações para a COVID-19, de acordo com os critérios de definição de caso do Ministério da Saúde.

Deste total, 2.153 foram confirmados segundo o município de residência, 1.342 foram descartados e 83 óbitos.

Com relação apenas as confirmações para a doença, 47 em Alto Alegre, 20 no Amajari, 1.645 casos foram notificados em Boa Vista, 48 em Bonfim, 36 no Cantá, 13 em Caracaraí, 45 em Caroebe, 04 em Iracema, 41 em Mucajaí, 05 em Normandia, 84 em Pacaraima, 93 em Rorainópolis, 15 em São João da Baliza, 33 em São Luiz e 01 em Uiramutã.
Já sobre os casos descartados, 23 em Alto Alegre, 11 em Amajari, 997 notificações ocorreram em Boa Vista, 47 em Bonfim, 11 no Cantá, 03 em Caracaraí, 62 em Caroebe, 05 em Iracema, 40 em Mucajaí, 04 em Normandia, 48 em Pacaraima, 26 em Rorainópolis, 28 em São João da Baliza, 24 em São Luiz e 01 em Uiramutã.

O Estado também contabiliza 83 óbitos por Coronavírus (COVID-19), 02 em Alto Alegre, 01 em Amajarí, 71 no município de Boa Vista, 01 em Caroebe, 01 em Iracema, 01 em Mucajaí, 02 em Pacaraima, 02 em Rorainópolis e 01 em São Luís.

Além disso, 589 pacientes diagnosticados com a doença receberam alta de isolamento e encontram-se recuperados.

Deste total, 01 em Alto Alegre, 01 em Amajari, 534 são de Boa Vista, 03 de Bonfim, 07 do Cantá, 07 em Caroebe, 06 em Mucajaí, 04 de Pacaraima, 18 em Rorainópolis e 06 de São Luiz. Por conta do crescimento de casos, a OMS (Organização Mundial de Saúde) declarou que o mundo vive uma pandemia da doença.

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Vida nova: Esse é um dos sentimentos relatados pelas pessoas que venceram o Coronavírus (COVID-19). Em um momento onde milhares de famílias têm aprendido a reinventar o jeito de conviver em sociedade, a esperança toma conta de quem recebeu o diagnóstico positivo para a doença e venceu a batalha contra o vírus. Assim é para a família da enfermeira Simone Raiol de Queiroz, de 47 anos. Ela, o marido e o filho estão entre os 474 recuperados da COVID-19 em Roraima.

“Comecei sentindo calafrio, depois dor de cabeça, mau-estar e cansaço. Fiz a coleta do exame Swab e o resultado foi positivo. Nessa hora fiquei triste, respirei fundo para não chorar, avisei a minha família. Eles ficaram muito preocupados, com medo do que poderia acontecer. A partir daí, recebi a medicação e fiquei em casa isolada no quarto. Foram quatro dias complicados, porque o organismo não reagiu bem à medicação e nesse meio tempo meu marido apresentou os sintomas e também recebeu diagnóstico positivo”, relata.

No quinto dia, a enfermeira foi internada no HGR (Hospital Geral de Roraima), porque não conseguia se alimentar e apresentou baixa na imunidade. “Meu marido foi internado no dia seguinte. Passei 11 dias internada, sem contato com a minha família e o ruim é que depois de dois dias de internação, meu marido passou mau e foi para a UTI, onde ficou 19 dias. Eu recebi alta e ele continuou no hospital. Foi um dos momentos mais difíceis para mim, porque não podia vê-lo e nem ter contato com meus filhos. Foi nessa hora que clamei a Deus e pedi ajuda para ficar bem e ter forças para cuidar da minha família”, lembra.

Ela conta que os dois filhos ficaram em casa em observação e, dias depois, um deles testou positivo, com sintomas leves para a doença. “Nossa família estava perto e ao mesmo tempo muito longe, porque mesmo depois da alta hospitalar, passei mais 14 dias em isolamento. Só depois de um mês conseguimos ficar com a família reunida. Hoje, estamos mais unidos e com muita fé em Deus. Ele nos permitiu uma nova vida para nós e só temos a agradecer pela nossa saúde”, enfatiza.

Conforme a enfermeira, o apoio da equipe de saúde foi fundamental para a recuperação da família. “Foi graças ao cuidado e apoio de cada pessoa da equipe multiprofissional do HGR que conseguimos superar. Naqueles momentos eles nos ouviam, nos acalmavam, uma ajuda incondicional, anjos nas nossas vidas naquele momento”, agradece.

Sentimento de renovação também para a família do fisioterapeuta intensivista Gilgleidson Silva Sousa, de 37 anos. Ele e a esposa testaram positivo para a COVID-19. Ele chegou a ser internado por um dia, para ser reidratado.

“Quando recebi o resultado fiquei assustado, porque tive todos os sintomas e cheguei a perder seis quilos em nove dias. Fiquei bem debilitado e, para completar, minha esposa testou positivo no mesmo período. O isolamento foi a fase mais difícil porque eu e ela não tínhamos como nos isolar e ficar afastados dos nossos filhos. Foi um momento de muita ansiedade. Eu cheguei a perder noites de sono com medo de que as crianças fossem contaminadas”, detalha.

Para o fisioterapeuta, a melhor saída foi cuidar também da saúde mental. “Hoje, com tanta correria em busca da ascensão profissional, vivemos acelerados, à procura de conquistas. E essa experiência serviu para a gente desacelerar, nos aproximar mais de Deus e aprender que não somos nada sem Ele. Assim, eu fui vivendo um dia de cada vez. Minha maior felicidade foi ver a cada manhã meus filhos correndo, saudáveis e sem apresentar sintomas. Deus nos ajudou nesse momento difícil e nos abençoou. Hoje me sinto bem melhor e sonho em poder voltar e me dedicar mais do que me dedicava antes, para ajudar as pessoas que precisam”, desabafa.

Sentimento de vitória também para a família da Lucelene de Oliveira Silva, de 49 anos. A missionária, o marido e o filho testaram positivo para a COVID-19. “O mais difícil é pensar em precisar de ajuda e ter a preocupação de não contaminar ninguém. O distanciamento familiar dói muito, mas é uma medida totalmente necessária, por amor aos familiares. Mas a todo o momento, senti o apoio de amigos, família e irmãos em Cristo, que me ajudaram trazendo comida (pois não tinha condições físicas e emocionais de fazer nada), orando e intercedendo por toda a minha família”, afirma.

Ela conta que o marido ficou internado. Nesse período, em casa com os filhos, redobrou as orações. “Eu meditava na Bíblia todos os dias com meus filhos. Mesmo distantes, sem poder abraçar e beijar, nós orávamos juntos e sentíamos que Deus estava cuidando de cada um e agradecíamos por mais um dia vencido. Quando ele teve alta, ainda em recuperação, recebi alta no mesmo dia que ele saiu do hospital. Foi maravilhoso, um dia memorável, nem consegui chorar de alegria, pois já tinha chorado muito. Sentia Deus cuidando de nós o tempo todo. Lembrava de alguns vídeos que tinha visto de pessoas que tinham sido curadas e de verdade isso me encorajava”, conta.

Em Roraima, a Sesau (Secretaria de Saúde), por meio do Cievs (Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde), monitora os registros da doença conforme prevê o Plano de Contingenciamento para o Enfrentamento do Coronavírus no Estado. As informações são atualizadas diariamente no Boletim Epidemiológico, com dados sobre os casos confirmados, descartados, recuperados e óbitos.

Segundo o secretário de Saúde, Olivan Junior, perceber que o plano de trabalho realizado nas unidades hospitalares tem contribuído para a recuperação de pacientes, é a certeza de que a gestão está no rumo certo. “Relatos como estes nos deixam otimistas e convictos de que é possível vencer os desafios e prestar um serviço público de qualidade e garantir que vidas sejam salvas”, enfatiza o secretário.

 

 

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Desde o primeiro momento em que um agente foi diagnosticado com o Coronavírus (COVID-19), a Delegacia Geral da PCRR (Polícia Civil de Roraima) determinou a desinfecção de todas as unidades policiais na capital e no interior. A ação teve início na semana passada e a prioridade é para as unidades em que servidores testaram positivos para a doença.

De acordo com o delegado geral, Herbert de Amorim Cardoso, como o serviço da Polícia Civil é considerado essencial, não tem como suspender os trabalhos. Entretanto, medidas administrativas foram adotadas para levar mais segurança aos policiais neste período de pandemia. "Uma das medidas é esse serviço de desinfecção das unidades policiais. O foco principal é fazer a desinfecção nas delegacias em que policiais foram testados positivo, como ação de prevenção e enfrentamento ao Coronavírus", disse.

O trabalho de desinfecção já ocorreu na Corregepol (Corregedoria Geral de Polícia), na DRFVAT (Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos Automotores Terrestre), no 3º DP, no DA (Departamento Administrativo), que agrega o DPJC (Departamento de Polícia Judiciária da Capital), DPJI (Departamento de Polícia Judiciária do Interior) e 1º DP. Nesta sexta-feira, 22, o trabalho vai acontecer na sede do 2º DP, que atende também a Custódia, Central de Flagrantes e 5º DP.

  Medidas preventivas

Desde o mês de março, a Delegacia Geral vem adotando medidas administrativas para atender aos policiais civis nesse período de pandemia. Uma delas, foi permitir o trabalho home office aos policiais em situação de risco. A segunda medida foi restringir o atendimento presencial nas delegacias, ampliar o registro de BO (Boletim de Ocorrência) pela Delegacia Online e também o registro de BO por Telefone.

Os atendimentos presenciais são realizados para os casos considerados graves. Outra medida adotada foi a implantação do Gabinete Interno de Gerenciamento de Crise, para monitorar casos de policiais e familiares que residem na mesma casa com a suspeita da doença, agendar atendimento para o teste rápido da COVID-19 e orientar os policiais civis.

“Estamos viabilizando a entrega dos Equipamentos de Proteção Individual nas unidades policiais, afastando provisoriamente os policiais que se enquadram nos grupos de risco e verificando a situação funcional desses servidores, inclusive os que contraíram a doença. Criamos o gabinete com policiais civis voluntários, buscamos treinamento para a equipe que faz desde o agendamento de casos suspeitos, à aplicação do teste rápido para detectar a doença. São medidas que visam dar mais proteção aos nossos policiais”, disse o delegado geral.

 

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Na terça-feira, 19, correntezas intensas no rio Anauá fizeram com que a balsa flutuante da Caer (Companhia de Águas e Esgotos de Roraima) afundasse. A balsa é responsável pela captação de água do rio para a estação de tratamento e o acidente comprometeu o abastecimento no município de Rorainópolis.

Após comunicar aos moradores sobre o ocorrido, equipes da Caer, em parceria com homens do CBMRR (Corpo de Bombeiros Militar de Roraima) iniciaram uma força-tarefa para retirar a balsa e os equipamentos para levar até a margem do rio.

As equipes continuam os trabalhos e, na manhã desta quinta-feira, 21, a balsa foi resgatada pelos bombeiros. Os trabalhos para recuperação dos equipamentos estão em andamento e assim que concluírem serão interligados à estação de tratamento. A expectativa é que até sábado, 23, o abastecimento esteja normalizado.

No momento, dez poços artesianos reforçam o abastecimento no município, porém, a maior parte da região é abastecida pela captação do rio. Para atender à população enquanto durar a operação de recuperação dos equipamentos e funcionamento do sistema, a Caer enviará ao município dois caminhões pipas com capacidade para 30 mil litros, que atuarão na distribuição de água potável aos moradores.

O diretor Comercial e do Interior da Caer, Cícero Batista, ressaltou a gravidade do problema, entretanto, enalteceu o trabalho das equipes e do Corpo de Bombeiros que estão atuando no local. “A equipe está trabalhando diuturnamente para recuperar a balsa e os equipamentos e, ao mesmo tempo, garantindo o abastecimento nas residências, diante das recomendações dos órgãos de saúde para que as pessoas fiquem em casa para evitar propagação da COVID-19”, disse.

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Os estudantes da rede pública estadual de Roraima vão ganhar mais um reforço nos estudos preparatórios para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Por meio de uma parceria entre o Governo do Estado de Roraima e a Estácio, está sendo disponibilizada de forma gratuita a plataforma de estudo Resolve Sim.

A parceria foi firmada por meio da Seed (Secretaria de Educação e Desporto). Na manhã desta quinta-feira, 21, foi realizada uma reunião virtual entre a secretária de Educação, Leila Perussolo; secretário adjunto, Semaias Alexandre; professores e gestores escolares, com a Reitora da Estácio, Brena Linhares, e sua equipe para consolidar a parceria e apresentar a plataforma.

Apesar do anúncio do adiamento das provas do Enem, os conteúdos estão sendo disponibilizados aos estudantes da rede para que possam estudar e se preparar para as provas. É mais um recurso à disposição dos alunos neste período de pandemia do Coronavírus (COVID-19) e de aulas não presenciais para a continuidade do processo educacional.

Na plataforma Resolve Sim estão disponíveis aulas, exercícios, simuladores, dinâmica de jogos, poadcasts e videoaulas em quatro áreas do conhecimento: Ciências Humanas, Linguagem e Códigos, Matemática e Ciências da Natureza. O acesso é totalmente gratuito aos alunos, bastando que tenham acesso à internet. A plataforma pode ser acessada pelo computador, notebook, ou celular.

“Nós fomos procurados pela Estácio, que é já uma parceira do Estado, que nos apresentou uma ação social, a plataforma Resolve Sim. A plataforma possibilita que os estudantes possam continuar estudando e fazendo revisão para o Enem. Consideramos essa parceria mais um avanço, mais uma possibilidade para que os alunos estejam conectados e estudando nesse período de distanciamento social”, destacou a secretária Leila Perussolo.

 Como acessar a plataforma Resolve Sim

Para ter acesso aos conteúdos da plataforma, o aluno deve acessar o site www.resolvesim.com.br e no campo "Login", fazer um cadastro, informando dados pessoais como CPF, endereço, e-mail, município que reside e instituição que estuda. A partir daí será liberado o acesso do aluno à plataforma e iniciar a navegação. São 48 aulas completas com conteúdos do Grupo Eleva Educação com a metodologia EAD Estácio, em um ambiente virtual dinâmico e atrativo para os jovens. A plataforma já está disponível.

“Nós estamos vivendo um momento delicado, fomos pegos desprevenidos e a Estácio, preocupada com o lado social e com os estudantes que estavam se preparando para fazer o Enem, lança, em parceria com o Eleva, o Programa Resolve Sim. É um serviço gratuito para os alunos da rede pública. É o tempo de olhar para o próximo e a Estácio está ajudando a comunidade escolar nesse momento”, ressaltou Brena Linhares.

 

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Reagentes de mercúrio serão utilizados em testes da qualidade da água em alguns rios de Roraima. Os reagentes foram adquiridos e recebidos nesta semana pela Femarh (Fundação Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídrico), por intermédio da Diretoria de Recursos Hídricos (DRHI).

As ações fazem parte das metas de monitoramento e divulgação de dados de qualidade da água no âmbito do Qualiágua (Programa de Estímulo à Divulgação de Dados de Qualidade de Água), contrato firmado entre Femarh e ANA (Agência Nacional de Águas).

De acordo com Rogeano Gonçalves, chefe da Divisão de Planejamento Hídrico da Femarh, esses reagentes foram adquiridos a fim de avaliar e verificar se realmente o mercúrio oriundo dos garimpos ilegais está sendo lançado nos rios de Roraima.

 “A ação será realizada em parceria com a Caer [Companhia de Águas e Esgotos de Roraima], com a qual já temos um termo de cooperação técnica firmado, onde fazemos o monitoramento dos rios e realizamos as coletas, ações estas que desenvolvemos através do programa Qualiágia”, destacou.

 Segundo Rogeano Gonçalves, o convênio iniciou em 2016 e desde então a equipe da instituição vem cumprindo o contrato com a ANA no monitoramento da qualidade da água dos rios de Roraima. Com o emprego de uma sonda, os técnicos da Femarh coletam dados relativos à temperatura do ar, temperatura da água, PH, oxigênio dissolvido, oxigênio saturado e turbidez.

 “Os principais rios que possivelmente podem estar sendo afetados pelo garimpo ilegal são o rio Mucajaí, Urariocoera e Amajari, bem como o nosso rio Branco”, disse.

RNQA - Criada em 2013, a Rede Nacional de Monitoramento da Qualidade da Água propõe a padronização dos dados coletados, dos procedimentos de coleta e da análise laboratorial dos parâmetros qualitativos para que seja possível comparar as informações obtidas nas diferentes unidades da Federação.

A meta é que até dezembro de 2020 todos os estados e o DF contem com um total de 4.450 pontos de monitoramento, dos quais, aproximadamente 1,8 mil já estão em operação. Todos os dados obtidos pela RNQA serão armazenados no HidroWeb (Sistema de Informações Hidrológicas) da ANA e serão integrados e divulgados através do Sistema Nacional de Informação sobre Recursos Hídricos.

 

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Os clientes que buscam atendimento presencial na sede da Caer (Companhia de Águas e Esgotos de Roraima), agora contam com uma tenda com cadeiras, instalada na parte externa da empresa, para protegê-los do sol e respeitando o distanciamento entres as pessoas, como medida de segurança a mais nesse momento de pandemia de Coronavírus (COVID-19).    

Desde o retorno do atendimento presencial, o movimento tem sido intenso na sede da Caer, o que motivou a diretoria a providenciar a acomodação na tenda, que está localizada na entrada que dá acesso à recepção. Os clientes são orientados a ficarem sentados enquanto aguardam para ingressar nas dependências da empresa. O acesso é controlado por senha, com permanência no atendimento comercial de no máximo dez pessoas por vez.

A empresa disponibiliza na recepção álcool em gel para higienização antes e depois do atendimento. Também é obrigatório o uso de máscara por todos os clientes e uma equipe de triagem orienta os clientes para serviços que podem ser acessados via canais digitais.

“Eu vim porque preciso assinar o documento e foi rápido. Mas acho a ideia de colocar essa tenda com cadeiras  excelente, por causa do sol e com a distância entre as pessoas, que é importante nesse período de pandemia”, disse a dona de casa Maria do Carmo Lima.

De acordo com o presidente da Caer, James Serrador, a empresa está tomando todas as providências para preservar a saúde e segurança dos clientes e colaboradores. “Neste período de pandemia a diretoria readaptou o funcionamento dos serviços para continuar trabalhando e garantindo a efetividade do saneamento básico, prezando pela saúde de clientes e colaboradores, seguindo as recomendações para evitar a propagação de contágio e preservar a saúde de todos. Temos a certeza que quando tudo isso passar, estaremos mais firmes e conscientes do cumprimento da nossa função social”, reforçou.

Canais digitais

No site da companhia (www.caer.com.br), o cliente tem acesso a diversos serviços, seja na agência virtual ou via chat, com o atendente virtual “Ed”, bastando clicar no avatar localizado no canto inferior do lado direito da página e solicitar os serviços. O e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. também está disponível para solicitação de serviços. Outras solicitações junto ao Cadastro Comercial também podem ser feitas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

O App Caer Mobile é outra ferramenta de atendimento disponível para Android na Google Play Store (https://play.google.com/store/apps/details?id=com.caer.caerMobileApp) e IOS na App Store.

Os usuários também podem entrar em contato direto com a Caer por meio do WhatsApp (95) 98404-5313, ou clicando no link: https://bit.ly/386V1VQ para informar de problemas de extravasamento de esgoto ou na rede de distribuição de água. O funcionamento é das 8h às 22h. Para demais assuntos, a empresa disponibiliza ainda o Call Center: 0800.280.9520, que funciona das 8h às 18 horas.

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