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Em continuidade à implementação do sistema Educarr, mais 12 instituições de ensino serão integradas à plataforma. Para isso, os profissionais que atuam nestas escolas vão passar por uma formação entre os dias 25 e 27 de agosto, na Univirr (Universidade Virtual de Roraima) do Pricumã, das 8h às 12h, com todas as medidas de segurança recomendadas pelos órgãos de saúde.

O primeiro dia de formação será voltado para os gestores, o segundo para os coordenadores pedagógicos e o terceiro dia para os secretários escolares. Após a formação, as escolas terão do dia 31 de agosto a 25 de setembro para realizar a inserção dos dados na plataforma.

“A Seed está avançando bem na preparação das escolas com as formações para integrá-las na plataforma. Aos poucos, vamos inserindo novas escolas e acreditamos que até o final do ano vamos ter um bom número de escolas no Educarr”, explicou Samuel Castro, da Gerência de Tecnologia, Informação e Comunicação da Seed (Secretaria de Educação e Desporto).

Durante o treinamento, os participantes irão operar o sistema de forma prática. Por meio de simulações, farão a inserção de dados, a fim de conhecer o funcionamento do sistema.

As escolas estaduais participantes desta terceira etapa são: Barão de Parima, Carlos Drumond de Andrade, Dom José Nepote, Hildebrando Ferro Bitencourt, São Vicente de Paula, Tancredo Neves, Caranã, Girassol, Camilo Dias, Fernando Granjeiro, Antônio Ferreira e Colégio Militar Estadual Coronel PM Derly Luiz Vieira Borges.

“O Educarr vai dinamizar o trabalho dentro da Seed e das escolas e, assim, uma série de ações e serviços poderão ser feitos de forma mais rápida e dinâmica. Além disso, a secretaria terá acesso a informações de forma mais instantânea”, disse Castro.

Até o momento, 14 escolas estão inseridas na plataforma. A implantação ocorreu em duas fases. Na primeira, foi implantado como um projeto-piloto em seis escolas: Monteiro Lobato, Lobo D’Almada, Gonçalves Dias, Ana Libória, Ayrton Senna e Diva Alves de Lima.

A segunda fase ocorreu nas escolas Professora Maria das Dores Brasil, Professora Francisca Elzika de Souza Coelho, Presidente Costa e Silva, General Penha Brasil, Vitória Mota Cruz, Oswaldo Cruz, São José e Euclides da Cunha. Com esta terceira etapa de implementação, serão 26 escolas inseridas no Educarr.

EDUCARR – É um sistema de gestão educacional que vem para revolucionar a educação em Roraima. Cumprindo com uma política pública de Governo, o sistema foi criado para conectar as escolas, a Seed e a comunidade em um compartilhamento de informações, com comodidade e transparência.

Os dados inseridos no Educarr vão automaticamente para o site educacaoemnumeros.rr.gov.br, que pode ser acessado pela comunidade para acompanhar o número de estudantes de cada instituição de ensino, divididos por gênero, série, cor, etapa de ensino, entre outras situações. Os dados das primeiras 14 escolas já estão inseridos no sistema e disponível para consulta do público.

 

 

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Pelo quarto mês seguido, as exportações roraimenses bateram recordes
em Roraima. Os dados são da Seplan (Secretaria Estadual do
Planejamento e Desenvolvimento), com base nas informações do Portal Comex Stat, do Ministério da Economia. 

Em julho deste ano, foram
exportados US$ 15,4 milhões, o que equivale um montante aproximado
de R$ 84 milhões – o maior valor no ano.

De acordo com o secretário da Seplan, Diego Prandino, o Estado vem
mantendo percentuais positivos desde abril. Este foi o quarto mês
seguido de aumento nas exportações, e o segundo mês acima da casa
dos US$ 15 milhões. Conforme Diego, comparando com o mesmo
período do ano passado, houve um crescimento de 30,2%. 

“No acumulado do ano, Roraima já exportou 80,5 milhões de dólares. Só
para se ter ideia, esse número é 8 vezes superior ao que foi exportado
em todo ano de 2018, quando Roraima exportou 10 milhões de dólares”,
ressaltou. Novamente, quase a totalidade (97%) das exportações teve destinação à
Venezuela, que adquiriu no mês passado cerca de US$ 15 milhões, na
maioria de produtos alimentícios, com destaque para açúcar (US$ 3,8
milhões), preparações alimentícias de farinhas (US$ 2,7 milhões), óleo
de soja (US$ 1,8 milhões), margarina (US$ 1,7 milhões) e enchidos de
carne e miudezas (US$ 1,5 milhões). 

A Guiana também foi o destino de parte das exportações roraimenses. O
país vizinho adquiriu aproximadamente US$ 267 mil em produtos, com
destaque para carnes de galos/galinhas congelada (US$ 34 mil),
alimento para animais (US$ 33 mil) e cimento (US$ 28 mil) recipientes
para gases comprimidos ou liquefeitos (US$ 26 mil) e enchidos de carne
e miudezas (US$ 25 mil).

Estado adquire R$ 4,4 milhões em importações
Quanto Às importações, o titular da Seplan pontuou que, no mês de
julho, Roraima adquiriu do resto do mundo cerca de 813 mil dólares, o
que representa uma queda de cerca de 65% do valor registrado no mês
anterior. “Podemos afirmar que em grande parte essa redução se deve à
pandemia da Covid-19”, explicou Diego. 

A Guiana também foi o destino de parte das exportações roraimenses. O
país vizinho adquiriu aproximadamente US$ 267 mil em produtos, com
destaque para carnes de galos/galinhas congelada (US$ 34 mil),
alimento para animais (US$ 33 mil) e cimento (US$ 28 mil) recipientes
para gases comprimidos ou liquefeitos (US$ 26 mil) e enchidos de carne
e miudezas (US$ 25 mil).

Estado adquire R$ 4,4 milhões em importações
Quanto Às importações, o titular da Seplan pontuou que, no mês de
julho, Roraima adquiriu do resto do mundo cerca de 813 mil dólares, o
que representa uma queda de cerca de 65% do valor registrado no mês
anterior. “Podemos afirmar que em grande parte essa redução se deve à
pandemia da Covid-19”, Em relação ao saldo da balança comercial, observou-se um resultado
superavitário no mês de julho, no montante de US$ 14,6 milhões. No
acumulado do ano, esse saldo eleva-se para US$ 54,9 milhões, maior
resultado ja obtido, crescendo 18,5% na comparação com o mesmo
período de 2019.explicou Diego. 

A corrente de comércio – indicador expresso pela soma dos valores
exportados e importados no mesmo período e que demonstra também o
impacto total do comércio exterior na economia local – foi de US$ 16,2

milhões no mês de julho e de US$ 106,1 milhões no acumulado do ano,
maior resultado já registrado no período, crescendo 82,5% na
comparação com o ano anterior.

 

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O Governo de Roraima, por intermédio da Femarh (Fundação Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos), visando implementar uma política de valorização dos ativos florestais do Estado como forma de conciliar desenvolvimento produtivo com conservação dos recursos naturais, realiza entre os dias 24 e 28 de agosto de 2020 o curso online de Introdução ao REDD+.

De acordo com a Analista Ambiental da Femarh, Flávia Furtado, uma das organizadoras da capacitação, o curso terá carga horária de 8 horas, com certificado de participação ao final e será realizado na modalidade virtual. O público-alvo é formado por agricultores, indígenas e técnicos do setor público.

“O Governo do Estado de Roraima vem desenvolvendo o Sistema Jurisdicional de Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação [REDD+] e Pagamento por Serviços Ambientais [PSA] e estão envolvidos na elaboração desta política a Femarh, a Seapa, Seplan, Secretaria Estadual do Índio, Iteraima e o Iacti. A iniciativa vem sendo apoiada pela Força-Tarefa de Governadores pelo Clima e Florestas [GCF Task Force] e executada pelo Ipam [Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia], que disponibiliza apoio técnico ao Estado de Roraima nessa construção”,  disse.

A analista ambiental destacou ainda que o curso visa promover um nivelamento de conhecimento sobre o tema de mudanças climáticas e REDD+, voltado às lideranças e representantes do público da agricultura familiar, populações tradicionais e indígenas e aos gestores e técnicos das secretarias estaduais.

“A participação nesse curso será importante para que os representantes e lideranças compreendam melhor o tema e participem da elaboração e implementação desta importante política pública de desenvolvimento sustentável para Roraima”, destacou.

Mais informações sobre a capacitação podem ser obtidas através do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

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Substituir a matriz energética a base de óleo diesel por fontes renováveis é um dos desafios que o Governo de Roraima assumiu para garantir o desenvolvimento ao Estado, preservando o meio ambiente. Atualmente, nove usinas termelétricas com tecnologia de ponta estão sendo construídas no Estado.

Uma delas é a Usina Termelétrica de Jacitara, localizada próxima a BR-174, sentido município de Pacaraima. Na tarde desta quinta-feira, 10, o governador Antonio Denarium fez uma visita à obra de construção da unidade de produção de energia elétrica e destacou o esforço que sua gestão tem feito para a instalação do empreendimento.

“Nossa missão é tornar o Estado autossuficiente na produção de energia elétrica a base de fontes renováveis. Temos feito um trabalho conjunto entre órgãos do Governo para agilizar os processos de licenciamento, permitindo a instalação das usinas no Estado”, destacou.

Ainda durante a visita, Denarium destacou a importância do empreendimento não apenas pelo fato de futuramente gerar energia elétrica para a população, mas também por contribuir com a geração de empregos diretos.

“Desde começaram as obras, a empresa já contratou 250 funcionários que estão atuando diretamente na construção da usina em diversas funções. A previsão é que esse número chegue a 700 funcionários com carteira assinada. Com todas as usinas em funcionamento, pretendemos exportar energia para Manaus e países vizinhos”, mencionou Denarium.

A Usina Termelétrica de Jacitara faz parte do complexo de usinas em construção pela empresa OXZ Energia. O diretor de planejamento da empresa, Paulo Garcia disse que a.outra unidade, conhecida como Usina termelétrica da Serra da Lua, está sendo construída no município de Cantá.

“As duas usinas juntas terão capacidade de produzir 40 megawatts de energia elétrica a partir do processamento da acácia. Um investimento total de R$ 600 milhões para o Estado. O trabalho das usinas consiste em um ciclo integrado que vai do plantio da árvore, colheita da madeira e a produção de biomassa para produção de energia”, explicou.

Apoio para implantação das usinas termelétricas

De acordo com o governador Antonio Denarium a implantação da usina faz parte de um trabalho que foi iniciado em março de 2019, quando foi realizado um leilão de energias renováveis em Brasília para a escolha das empresas que iriam atuar na produção de energia elétrica para atender a todos os municípios de Roraima.

“Hoje estamos vendo de perto o resultado do esforço feito por mim assim que assumi a atual gestão de governo. Agradecemos o apoio do presidente, Jair Messias Bolsonaro, e do Ministro de Estado de Minas e Energia, Bento Albuquerque, que contribuíam diretamente com a realização desse projeto”, afirmou.

O presidente da Femarh (Fundação Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos), Ionilson Sampaio, que também esteve na visita à nova usina termelétrica disse que Roraima possui uma das maiores tarifas de energia elétrica do país e que o Governo do Estado tem trabalhado para mudar essa realidade.

“Atualmente, a Eletrobras compra a energia movida a óleo diesel por R$ 1.100 por megawatts. Com a escolha das empresas produtoras de energia elétrica o preço deve cair pela metade porque a matriz energética provem de fontes renováveis”, argumentou.

Sampaio destacou o apoio da Femarh na implantação das usinas de produção de energia elétrica no Estado e que contou com um trabalho de uma equipe especializada de técnicos capacitada pelo órgão.

“Fizemos uma força tarefa com a criação de uma comissão especial para analisar os processos de licenciamentos. Entregamos em tempo recorde essas licenças as empresas responsáveis pelas usinas. Realizamos o processo de análise dos projetos, os estudos técnicos específicos e vistorias previstas na legislação ambiental”, lembrou.

 

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Sexta, 21 Agosto 2020 01:04

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO

O Governo de Roraima, por meio da Sesau (Secretaria de Saúde), e do COERR (Centro de Operações Especiais de Saúde Pública de Roraima) torna pública a divulgação do BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO PARA ATUALIZAÇÃO SOBRE O CORONAVÍRUS.

A divulgação da situação epidemiológica com relação à doença faz parte do Plano de Contingenciamento montado pelas autoridades de saúde do Estado. As publicações vão ocorrer diariamente no site da Sesau (www.saude.rr.gov.br) e no portal roraimacontraocorona.rr.gov.br.

A nova atualização informa o Estado contabiliza até o momento  78.071 notificações para a COVID-19, de acordo com os critérios de definição de caso do Ministério da Saúde.

Destes, 41.191 foram confirmados, sendo 8.412 por RT-PCR e 32.779 por teste rápido, 36.880 foram descartados e 576 óbitos.

Com relação apenas as confirmações para a doença, 519 em Alto Alegre, 282  no Amajari, 30.710 casos foram notificados em Boa Vista, 664 em Bonfim, 855 no Cantá, 779 em Caracaraí, 838 em Caroebe, 241 em Iracema, 1.087 em Mucajaí, 274 em Normandia, 1.264 em Pacaraima, 1.428 em Rorainópolis, 737 em São João da Baliza, 200 em São Luiz e 614 em Uiramutã.

Já sobre os casos descartados, 594 em Alto Alegre, 335 em Amajari, 27.693 notificações ocorreram em Boa Vista, 919 em Bonfim, 442 no Cantá, 668 em Caracaraí, 627 em Caroebe, 325 em Iracema, 1.264 em Mucajaí, 233 em Normandia, 297 em Pacaraima, 1.795 em Rorainópolis, 565 em São João da Baliza, 209 em São Luís e 177 em Uiramutã.

O Estado também contabiliza 576 óbitos por Coronavírus (COVID-19), 14 em Alto Alegre, 06 em Amajarí, 446 no município de Boa Vista, 11 no Bonfim, 09 no Cantá, 08 em Caracaraí, 05 em Caroebe, 04 em Iracema, 12 em Mucajaí, 09 em Normandia, 26 em Pacaraima, 19 em Rorainópolis, 03 em São João da Baliza, 02 São Luiz e 02 em Uiramutã.

Além disso, 10.625 pacientes diagnosticados com a doença receberam alta de isolamento e encontram-se recuperados. Deste total, 139 em Alto Alegre, 54 em Amajari, 7.417 são de Boa Vista, 77 de Bonfim, 460 no Cantá, 121 em Caracaraí, 278 em Caroebe, 48 em Iracema, 176 em Mucajaí, 13 em Normandia, 370 em Pacaraima, 666 em Rorainópolis, 406 em São João da

Baliza, 125 de São Luiz e 32 em Uiramutã.

Por conta do crescimento de casos, a OMS (Organização Mundial de Saúde) declarou que o mundo vive uma pandemia da doença.

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As inscrições para o curso online de Introdução ao REDD+ (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação) e PSA (Pagamento por Serviços Ambientais) encerram nesta sexta-feira, 21. O curso digital será voltado para lideranças e representantes do público da agricultura familiar, das populações tradicionais, indígenas e aos gestores técnicos das secretarias estaduais.

A iniciativa conta com a uma parceria entre Governo de Roraima e o Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), com o apoio do CGF Task Force (Força-Tarefa de Governadores pelo Clima e Florestas). Conforme o diretor de Licenciamento e Gestão Ambiental da Femarh (Fundação do Meio Ambiente e Recurso Hídricos), Rogério Martins, o objetivo é conhecer mais sobre o REDD+ e implementar políticas públicas de desenvolvimento sustentável. Martins é um dos coordenadores do projeto jurisdicional de REDD+.

“O curso de Introdução ao REDD+ trata diretamente da implementação da política estadual de valorização dos ativos ambientais, como forma de conciliar o desenvolvimento produtivo com a conservação. O nosso Estado tem um potencial muito grande para isso, tendo em vista que mais de 65% do nosso território são de áreas protegidas, sem levar em consideração as reservas legais, que já são protegidas por lei, terras indígenas e áreas de conservação e, com isso, a gente precisa entender e valorizar esse ativo ambiental e ao mesmo tempo trabalhar no desenvolvimento do setor produtivo“, declarou Martins.

Os interessados deverão se inscrever até esta sexta-feira, dia 21, enviando e-mail para o endereço Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. As aulas ocorrerão entre os dias 24 e 28 de agosto de 2020, por meio da plataforma virtual. O curso terá carga horária de 8 horas, com certificação de participação.

A programação contará com 2 horas de vídeoaulas, dois momentos interativos online Webinários (rodas de discussão) nos dias 26 e 28 de agosto das 15h às 17h, além de avaliações de comportamento e assessoramento técnico durante o curso.

O curso terá 10 aulas, que vai abordar temas referentes a mudanças dos climas, Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima, o que é o REDD+: o histórico, conceitos e perspectivas futuras. Além disso, durante as aulas os alunos aprenderão técnicas sobre monitoramento do desmatamento e das emissões e como o nível de referência e serve para monitorar a redução do desmatamento e das emissões, entre outros assuntos relacionados ao REDD+.

 

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Durante o mês de agosto, o aleitamento materno e sua importância são temas centrais de discussões em diversas áreas. Esta semana, o I Webinar de Aleitamento Materno e Alimentação Complementar promoveu, entre os profissionais que atuam na Atenção Básica de Saúde, a reflexão sobre como despertar nas famílias a manutenção de uma dieta rica em nutrientes, após os seis meses de vida do bebê, conforme preconiza o Guia de Alimentação Complementar do MS (Ministério da Saúde).

O encontro foi realizado nesta quarta-feira, dia 19, por meio de videoconferência, entre técnicos da Sesau (Secretaria de Saúde), MS e Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância).

De acordo com o MS, uma alimentação adequada e saudável deve ser feita com “comida de verdade” e começa com o aleitamento materno e, de forma complementar, após os seis meses de vida, deve ter como base alimentos in natura, ou minimamente processados (frutas, legumes e verduras, carnes e ovos).

Os alimentos processados industrialmente (como enlatados, queijos e conservas) devem ser limitados e, se forem consumidos, utilizados em pequenas quantidades. Já os alimentos ultraprocessados (como biscoitos, sucos artificiais, refrigerantes, salgadinhos de pacote) não devem fazer parte da alimentação da criança.

Segundo a nutricionista Karla Gavazza, que integra a equipe da CGAB (Coordenadoria Geral de Atenção Básica), o desenvolvimento saudável da criança nos primeiros anos de vida está diretamente ligado à sua alimentação. Ela explica que, para garantir esse bom desenvolvimento, as orientações do MS devem ser seguidas não só pelas mães, mas pela família toda.

“Após os seis meses de amamentação exclusiva, o ideal é que toda a família – pais e irmãos – se envolvam na construção dessa dieta adequada para o bebê. O ambiente familiar deve proporcionar interações e fortalecer vínculos entre a criança e os demais membros da família, ser seguro, acolhedor e propiciar alimentação adequada e saudável”, explica Karla.

O debate foi enriquecido com discussões sobre a maternidade no contexto da crise imigratória, como complementa Karla. De acordo com ela, conhecer a realidade da mãe imigrante, no que diz respeito à alimentação de recém-nascidos, é fundamental para a criação de políticas públicas para a promoção do direito da alimentação.

“A alimentação saudável também envolve relações, hábitos, tradições e conhecimentos e ela está ligada à história da família, cultura e país de origem das pessoas. Com a crise migratória, muitas mães se encontram em realidades diferentes do país de onde vieram. É importante entender essa nova realidade que elas vivem para podermos auxiliar, por meio de políticas públicas, a promoção da alimentação saudável para esse grupo que ainda é vulnerável”, complementa Karla.

 

 

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Com obras em cinco unidades, o Governo do Estado investe na reforma e ampliação do sistema prisional de Roraima. Com a conclusão dos trabalhos, prevista ainda para 2020, serão criadas 1.486 novas vagas que ajudarão a desafogar o sistema e reduzir os índices de superlotação. Os recursos são do Depen (Departamento Penitenciário Nacional), com contrapartida do Estado, e somam mais de R$ 50 milhões.

Conforme o governador Antonio Denarium, o conjunto de obras mostra a ação do Governo de Roraima para melhorar o sistema prisional do Estado. “É o maior investimento no sistema prisional de Roraima. O problema de superlotação no sistema prisional é resultado do abandono pelas gestões anteriores, que não priorizaram a ampliação dos presídios e, com isso, oferta de novas vagas. Estamos trabalhando para mudar esse cenário e ter um sistema prisional eficiente”, declarou.

Maior unidade prisional do Estado, a Pamc (Penitenciária Agrícola de Monte Cristo) está com 95% das obras concluídas. O investimento foi de R$ 9.605.000,00. A previsão é que ela esteja pronta ainda no segundo semestre deste ano. Com isso, serão abertas 500 novas vagas.

Outra unidade que também passa por reforma e ampliação é a Cadeia Pública Masculina, no bairro São Vicente. O valor total é R$ 8.029.135,02. A obra de ampliação está quase finalizada, com 98% dos trabalhos concluídos. Também com previsão de conclusão para este ano, vão ser criadas 220 novas vagas. Já na Cadeia Feminina, foram investidos R$ 3.744.534,53. A obra está 65% adiantada e terá, com isso, 260 novas vagas.

O presídio de Rorainópolis, que estava com as obras paradas por dez anos, foi retomado na atual gestão e está hoje com 70% dos trabalhos concluídos. Depois de pronto, ofertará 200 novas vagas, com previsão de conclusão da obra para dezembro deste ano. A construção começou em 2008 e teve diversas paralisações. Os recursos são de R$ 10 milhões do Depen, mais R$ 1 milhão de contrapartida do Governo de Roraima. Dividido em sete blocos, o presídio vai comportar cerca de 220 reeducandos.

A Cadeia Pública Masculina de Monte Cristo, localizada no complexo da Pamc, está sendo construída do zero e tem hoje 65% da obra pronta. Para esta obra, foram destinados R$ 16.223.114,56. Essa unidade vai ofertar 286 vagas para presos do regime fechado, o que vai desafogar a Pamc.

Mais duas unidades em fase de licitação

As obras do CPP (Centro de Progressão Penitenciária) e Presídio Especial para Policiais e Autoridades estão em fase de licitação e receberão recursos do Depen, nos valores de cerca de R$ 1,6 milhão e R$ 636 mil, respectivamente.

O CPP será uma obra de reforma e ampliação, onde era a antiga Casa do Albergado, e terá 75 vagas para reeducandos. O Presídio Especial para Policiais e Autoridades também é uma obra de reforma e ampliação e vai funcionar onde era o CPP, próximo à Pamc.

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Na tarde desta quinta-feira, 20, a secretária de Educação e Desporto, Leila Perussolo, coordenou junto com a presidente da Undime/RR (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação de Roraima), Sueli Terezinha, a primeira reunião intersetorial da educação e saúde.

Participaram da webconferência os secretários adjuntos de Educação, Semaias Alexandre e Aerton Dias, o secretário de Saúde do Estado, Marcelo Lopes, o adjunto Alexandre Salomão, secretários municipais de Saúde e Educação do interior do Estado, além de técnicos e servidores.

O encontro virtual contou com representantes dos municípios de Mucajaí, São João da Baliza, São Luiz, Pacaraima, Amajari, Normandia, Rorainópolis, Iracema, Caracaraí, Caroebe e Alto Alegre.

O ponto principal foi a escuta qualificada dos secretários estadual e municipais de Saúde sobre os dados epidemiológicos de cada região. Os dados serão importantes para subsidiar as futuras tomadas de decisão quanto ao retorno das aulas.

Ainda não há nenhuma data definida para esse retorno, mas as discussões são necessárias para o planejamento e definição de estratégias a serem adotadas nas áreas de infraestrutura e de currículo das escolas e garantia de segurança da comunidade escolar.

"Muito importante esse alinhamento entre Estado e municípios, fortalecendo o regime de colaboração. Estamos discutindo juntos as ações que devem ser realizadas para a tomada de decisão sobre o retorno das aulas presenciais", explicou a secretária Leila Perussolo.

Conforme a secretária, a determinação do governador Antonio Denarium é que a retomada das aulas presenciais ocorra somente quando a situação do Coronavírus (COVID-19) estiver sob controle. “Até lá, serão adotadas todas as medidas necessárias para um retorno seguro", observou a secretária.

 

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Nesta quinta-feira, 20, a PCRR (Polícia Civil de Roraima), por meio do NTI (Núcleo de Tecnologia da Informação), começa a instalar novas baterias de 200 nobreaks que atenderão toda a estrutura da intuição. O valor investido para a compra dos equipamentos foi de R$ 16.830,00, com recursos próprios do Governo de Roraima. O objetivo é garantir mais segurança para as ações da polícia judiciária em Roraima.

Todas as baterias antigas serão descartadas pela empresa contratada, devolvendo aos fabricantes, uma vez que não podem ser descartadas em lixo comum. As unidades a serem atendidas serão: Cidade da Polícia Civil, Instituto de Criminalística, Núcleo de Inteligência, além das delegacias especializadas e distritos policiais.

De acordo com o chefe do NTI, Mozar Pinho, a troca das baterias visa reforçar toda a estrutura de informática da Polícia Civil, ofertando mais segurança e suporte ao trabalho desenvolvido em caso de queda de energia.

“Somos uma polícia tecnológica, que precisa dos recursos digitais para desenvolver seu trabalho. Atualmente, a nossa estrutura trazia desconforto em situações como falta de energia, porque os nobreaks antigos estavam defasados e muitos já não tinham mais serventia, fazendo com que os computadores operassem sem essa segurança”, explicou o chefe do NTI.

Conforme o delegado geral adjunto, Eduardo Wayner, a gestão tem buscado investir em equipamentos de informática, com o objetivo de melhorar as condições de trabalho dos policiais, trazendo modernização para a instituição e um melhor atendimento à população.

“Somente este ano, foram mais de R$ 150 mil investidos na atualização do parque de informática da Polícia Civil. Isso pode ser sentido na ponta, nas delegacias que atendem à população, na facilidade da Delegacia Online e também na agilidade do serviço prestado nos institutos que compõe a Polícia Civil”, apontou Wayner.

 

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