Quinta, 20 Agosto 2020 20:37

Polícia Civil de Roraima investe em segurança tecnológica Destaque

Escrito por Jéssica Laurie
Polícia Civil de Roraima investe em segurança tecnológica Levi Matos

Nesta quinta-feira, 20, a PCRR (Polícia Civil de Roraima), por meio do NTI (Núcleo de Tecnologia da Informação), começa a instalar novas baterias de 200 nobreaks que atenderão toda a estrutura da intuição. O valor investido para a compra dos equipamentos foi de R$ 16.830,00, com recursos próprios do Governo de Roraima. O objetivo é garantir mais segurança para as ações da polícia judiciária em Roraima.

Todas as baterias antigas serão descartadas pela empresa contratada, devolvendo aos fabricantes, uma vez que não podem ser descartadas em lixo comum. As unidades a serem atendidas serão: Cidade da Polícia Civil, Instituto de Criminalística, Núcleo de Inteligência, além das delegacias especializadas e distritos policiais.

De acordo com o chefe do NTI, Mozar Pinho, a troca das baterias visa reforçar toda a estrutura de informática da Polícia Civil, ofertando mais segurança e suporte ao trabalho desenvolvido em caso de queda de energia.

“Somos uma polícia tecnológica, que precisa dos recursos digitais para desenvolver seu trabalho. Atualmente, a nossa estrutura trazia desconforto em situações como falta de energia, porque os nobreaks antigos estavam defasados e muitos já não tinham mais serventia, fazendo com que os computadores operassem sem essa segurança”, explicou o chefe do NTI.

Conforme o delegado geral adjunto, Eduardo Wayner, a gestão tem buscado investir em equipamentos de informática, com o objetivo de melhorar as condições de trabalho dos policiais, trazendo modernização para a instituição e um melhor atendimento à população.

“Somente este ano, foram mais de R$ 150 mil investidos na atualização do parque de informática da Polícia Civil. Isso pode ser sentido na ponta, nas delegacias que atendem à população, na facilidade da Delegacia Online e também na agilidade do serviço prestado nos institutos que compõe a Polícia Civil”, apontou Wayner.