TRATAMENTO DE CÂNCER – Unacon terá reforço na assistência em visitas domiciliares

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Servidores concluirão treinamentos em Recife-PE e Florianópolis-SC

Foto: Secom-RR

 

Para buscar melhorias no serviço de atenção domiciliar oferecido a pacientes com câncer, a equipe técnica da Unacon (Unidade de Alta Complexidade em Oncologia) está em Recife – PE e Florianópolis – SC para a etapa final de um treinamento. Uma oportunidade de trocar experiências com profissionais de outros Estados e trabalhar em projetos a serem aplicados em Roraima.

Seis servidores da área de enfermagem, nutrição, psicologia, fisioterapia, assistência social e farmácia realizaram o curso à distância e desenvolveram um projeto em seus campos de atuação, que servirão como sugestões de melhorias a serem introduzidas no SAD (Serviço de Atenção Domiciliar). Da equipe roraimense, dois servidores foram enviados para Recife, em Pernambuco e quatro para Florianópolis, em Santa Catarina.

Para a enfermeira da Unacon, Maria de La Paz, o curso trará melhorias para a interação entre as equipes do serviço, os pacientes que precisam de cuidados e suas famílias. “Essa troca de experiências com os profissionais de outros Estados irá aperfeiçoar os serviços oferecidos”.

“Isso representa a garantia de continuarmos a oferecer um trabalho sempre de qualidade. Agradecemos o apoio do governo e da Sesau, que está investindo na qualificação dos servidores”, enfatizou o coordenador da Unacon, Anderson Benetta, ao afirmar que as capacitações favorecem tanto o servidor, quanto a população.

O Curso de Aperfeiçoamento em Atenção Domiciliar foi oferecido pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), com polos em Brasília, São Paulo, Recife e Florianópolis.

UNACON – A Unacon (Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia) é a principal instituição para tratamento do câncer em Roraima, com diferentes serviços para combater a doença. Uma das formas de acolhimento são as visitas domiciliares, nas quais os pacientes recebem cuidados em casa. A unidade tem realizado em média, 70 visitas por mês.

Nas visitas, os pacientes têm curativos e sondas trocados, recebem prescrições médicas e realizam sessões de terapia. Além disso, é oferecida uma série de cuidados físicos, psicológicos e sociais, envolvendo também a família. Esse suporte é uma alternativa para ajudar o paciente a adaptar-se às mudanças de vida impostas pela doença, orientando-os no enfrentamento desta condição.